Era uma noite fria, uma “maldita” noite fria, que a fazia pensar em um turbilhão de coisas e mais do que isso, a deixava nostálgica.
No fundo, no fundo, só ela sabia a falta que ele estava fazendo. Cada abraço, cada beijo, cada lembrança, agora voltava a sua mente como uma pancada na cabeça (E como isso dói). Cada minuto que passava, parecia horas. “Que idiota” ela resmungava ao mesmo tempo que sorria feito boba, lembrando de algumas conversas bobas jogadas fora. “O que ele fez comigo?” ela insistia em se perguntar inconformada, pelo fato dele ter conseguido deixá-la desse jeito, sem conseguir dormir direito, com o coração apertado de tanta saudade que ele estava fazendo ela sentir. Sua vontade era de encontrá-lo em qualquer lugar que seja e lhe dizer: “Volta meu amor, volta pra minha vida, vem sem olhar pra trás. Apenas volta, diz que vai me aquecer nas noites frias, que seremos um só, sem essa maldita distância”. Sua presença realmente a fazia falta. Ela já nem sabia mais o que fazer com aquela dor, que apertava mais que tudo, que maltratava tanto seu coração. Derrepente, ela se pegou chorando feito uma criança que teve seu doce preferido tomado por alguém. Ela já havia sido derrotada pela saudade e por aquele amor. “Não me importo mais em chorar, ninguém está me vendo mesmo”. Sorriu fraco com aquele pensamento repentino, ainda com lágrimas escorrendo pelo seu rosto. Ela sabia que aquela história não iria acabar ali, não daquela forma, não distante. Já era quase impossível de perceber lágrimas escorrendo pelo seu rosto, e a noite fria, a “maldita” noite fria, assim denominada por ela, acabara de terminar ali, o desejo de dormir e querer vê-lo em seus sonhos era maior do que a saudade que insistia em lhe perturbar.
O que a distância não faz? Horas viram uma eternidade, momentos viram saudade. E como dói essa saudade! E aquela noite fria e dolorosa que havia lhe feito chorar naquela noite, foi a ultima noite que a distância e seus pensamentos lhe fizeram de refém, refém da saudade, refém do amor. Hoje a distancia virou apenas uma palavra, que ela evita pronunciar, porque ela não os atrapalham mais.
No fundo, no fundo, só ela sabia a falta que ele estava fazendo. Cada abraço, cada beijo, cada lembrança, agora voltava a sua mente como uma pancada na cabeça (E como isso dói). Cada minuto que passava, parecia horas. “Que idiota” ela resmungava ao mesmo tempo que sorria feito boba, lembrando de algumas conversas bobas jogadas fora. “O que ele fez comigo?” ela insistia em se perguntar inconformada, pelo fato dele ter conseguido deixá-la desse jeito, sem conseguir dormir direito, com o coração apertado de tanta saudade que ele estava fazendo ela sentir. Sua vontade era de encontrá-lo em qualquer lugar que seja e lhe dizer: “Volta meu amor, volta pra minha vida, vem sem olhar pra trás. Apenas volta, diz que vai me aquecer nas noites frias, que seremos um só, sem essa maldita distância”. Sua presença realmente a fazia falta. Ela já nem sabia mais o que fazer com aquela dor, que apertava mais que tudo, que maltratava tanto seu coração. Derrepente, ela se pegou chorando feito uma criança que teve seu doce preferido tomado por alguém. Ela já havia sido derrotada pela saudade e por aquele amor. “Não me importo mais em chorar, ninguém está me vendo mesmo”. Sorriu fraco com aquele pensamento repentino, ainda com lágrimas escorrendo pelo seu rosto. Ela sabia que aquela história não iria acabar ali, não daquela forma, não distante. Já era quase impossível de perceber lágrimas escorrendo pelo seu rosto, e a noite fria, a “maldita” noite fria, assim denominada por ela, acabara de terminar ali, o desejo de dormir e querer vê-lo em seus sonhos era maior do que a saudade que insistia em lhe perturbar.
O que a distância não faz? Horas viram uma eternidade, momentos viram saudade. E como dói essa saudade! E aquela noite fria e dolorosa que havia lhe feito chorar naquela noite, foi a ultima noite que a distância e seus pensamentos lhe fizeram de refém, refém da saudade, refém do amor. Hoje a distancia virou apenas uma palavra, que ela evita pronunciar, porque ela não os atrapalham mais.


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